quarta-feira, 10 de junho de 2015

Alguns lugares sempre acabaram por nos encantar, ou simplesmente despertar uma grande curiosidade. Sendo assim, tenho inúmeros lugares que gostaria de conhecer.
Porém, não nego que certos lugares "literários" estão inclusos nisso tudo.
Sendo assim, vou falar de dois lugares citados em livros (ou quase isso) que realmente gostaria de ver.



Glastonbury
Nesta cidade inglesa, mais especificamente em Tor, acredita-se que seria a antiga ilha de Avalon, pois a região era antigamente toda alagada por pântanos e deles subiam suas famosas brumas.
Avalon é a ilha das Sacerdotisas da Grande Mãe, remanescentes da antiga religião e descendentes do povo das fadas.

Muitas vezes foi feita referência à Tor (que é uma montanha) que no topo há uma torre, que seria uma pequena igreja.
No livro "As Brumas de Avalon" de Marion Zimmer Bradley, é nesse lugar que Morgana se encontra com Lancelot, e onde Lancelot vê pela primeira vez Guinevere, que se perdeu a caminho do convento.
Tal convento acredita-se ser a abadia de Glastonbury, que foi destruída na época de Henrique VIII, que ordenou a dissolução dos mosteiros, saqueando a riqueza católica e fundando a igreja Anglicana.
Como referência ao livro, é nesse lugar onde Igraine fica depois da morte de Uther, onde Guinevere se encontra antes de seu casamento com Arthur e onde Morgana encerra a história.
Dizem ainda que nas ruínas da abadia estão os túmulos do Rei e sua esposa.

Mont Saint-Michel
Bom, o segundo lugar literário é o Mont Saint-Michel, chamado no livro de Eduardo Spohr, Filhos do Éden: Anjos da Morte, de Marie et Louise.
Essa foi a inspiração para um dos capítulos, onde o protagonista Denyel, durante a Segunda Guerra, acaba preso em uma igreja com seu grupo, e descobrem que não há possibilidade de fuga, pois a maré havia subido e ficaram ilhados.

O Mont Saint-Michel se localiza na França, e tem a particularidade de ter sido erguida sobre uma ilha rochosa.
A história relata que o bispo Aubert (Santo-Aubert) da cidade de Avranches, fundou um santuário em 708 no Mont-Tombe (antigo nome do Mont Saint-Michel), após três aparições do arcanjo São Miguel (Saint-Michel em frânces). Consagrada em 709, a igreja, desde então, nunca deixou de atrair visitantes e peregrinos do mundo inteiro. A arquitetura do Mont Saint-Michel e sua baía fazem dele o lugar turístico mais frequentado da Normandia e o segundo mais frequentado da França, depois de Paris.

Como dito, é aberto para visitação, e a travessia pode ser feita a pé, dependendo do horário, pois, assim como no livro, as grandes cheias da maré isolam a ilha.

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